Os contratos de futuros são derivados negociados em bolsa, com vencimento fixo e liquidação diária, utilizados para especular ou cobrir risco em índices (S&P 500, NASDAQ) e matérias-primas como o petróleo, ao contrário dos CFD, que não expiram.
Os contratos de futuros são derivados negociados em bolsa, com vencimento fixo e liquidação diária, utilizados para especular ou cobrir risco em índices (S&P 500, NASDAQ) e matérias-primas como o petróleo, ao contrário dos CFD, que não expiram.
Se já ouviu falar em futuros do S&P 500 ou do petróleo nos noticiários económicos, mas nunca compreendeu bem de que se trata, este artigo é para si.
Os contratos de futuros estão entre os instrumentos financeiros mais antigos e líquidos do mundo, utilizados tanto por grandes instituições como por investidores de retalho para especular sobre a evolução dos mercados ou para se protegerem contra oscilações de preço.
Na XTB, onde pode investir, poupar e negociar numa única plataforma, os futuros (como são também conhecidos) desempenham um papel central, nomeadamente porque vários dos CFD (contratos por diferença) que disponibilizamos, como os índices ou as matérias-primas, têm o preço diretamente ligado ao mercado de futuros subjacente.
Neste guia, explicamos:
- O que são os contratos de futuros e como funcionam na prática;
- Detalhamos os futuros dos índices mais negociados (do S&P 500 ao NASDAQ) e do petróleo;
- Fazemos a comparação entre CFD e futuros, para que perceba as diferenças essenciais entre ambos os instrumentos antes de decidir como quer expor-se aos mercados.
O que são contratos de futuros?
Um contrato de futuros é um acordo padronizado e negociado em bolsa que obriga o comprador a adquirir e o vendedor a entregar uma determinada quantidade de um ativo subjacente (um índice bolsista, uma matéria-prima, uma divisa ou uma taxa de juro) a um preço previamente fixado, numa data futura também predefinida.
Ao contrário de um simples acordo informal entre duas partes, os futuros são padronizados relativamente à quantidade, qualidade e data de entrega pela própria bolsa em que são negociados, como o CME Group, nos Estados Unidos (EUA), ou a Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Esta padronização é o que torna os contratos fungíveis entre si e permite a existência de um mercado líquido e transparente.
Entre as principais características dos futuros, contam-se:
- Uma padronização: tal como referíamos supra, todos os contratos sobre o mesmo ativo na mesma bolsa têm exatamente as mesmas condições contratuais;
- Uma negociação centralizada: os futuros são negociados em bolsas regulamentadas, com um livro de ordens central, ao contrário de um acordo bilateral privado;
- Uma câmara de compensação (clearing): a bolsa atua como contraparte central de todas as operações, reduzindo o risco de incumprimento de uma das partes;
- Vencimento fixo: cada contrato tem uma data de expiração definida, por oposição aos instrumentos sem prazo;
- Alavancagem: para abrir uma posição, o investidor necessita apenas de depositar uma margem, o que representa uma pequena percentagem do valor nocional do contrato.
Como funcionam os contratos de futuros na prática
Para perceber como funcionam os futuros no dia a dia dos mercados, é importante conhecer quatro mecanismos-chave: a margem, a liquidação diária, o vencimento e a forma de liquidação final.
1. Margem e alavancagem
Ao abrir uma posição em futuros, o investidor não paga o valor total do contrato; deposita apenas uma margem inicial, que funciona como uma espécie de caução de boa-fé, além de ter de manter uma margem de manutenção mínima na conta.
Segundo o CME Group, enquanto a compra de um cabaz de ações de empresas petrolíferas pode exigir cerca de 50% do capital investido antecipadamente, um contrato de futuros de petróleo WTI pode requerer apenas entre 3% e 12% do valor do contrato como margem, o que se traduz num maior poder de compra, mas também num risco de perda proporcionalmente superior, caso o mercado se mova contra a posição.
2. Liquidação diária (mark-to-market)
Ao contrário de muitos outros instrumentos, as posições em futuros são reavaliadas todos os dias de negociação: os ganhos e as perdas são creditados ou debitados na conta do investidor diariamente, com base no preço de fecho de cada sessão.
Significa isto que, se o mercado se mover fortemente contra a sua posição, pode ser chamado a reforçar a margem (margin call) muito antes da data de vencimento do contrato.
3. Vencimento e rollover
Cada contrato de futuros expira numa data definida (os futuros dos índices bolsistas, por exemplo, expiram trimestralmente, em março, junho, setembro e dezembro).
Para manterem a sua exposição para lá dessa data, os traders têm de “rolar” a posição para o contrato do mês seguinte, encerrando o contrato atual e abrindo um novo.
4. Liquidação física ou financeira
No vencimento, um contrato de futuros pode ser liquidado de duas formas:
- Por entrega física do ativo subjacente (como acontece com o petróleo WTI, entregue fisicamente em Cushing, no Oklahoma);
- Por liquidação financeira (cash settlement), em que apenas a diferença de valor é paga ou recebida (é o caso dos futuros de índices bolsistas, como o S&P 500 ou o NASDAQ, uma vez que não é possível “entregar” fisicamente um índice).
Quem negoceia futuros divide-se essencialmente em dois grupos:
- Hedgers (cobertura de risco): produtores, refinarias, agricultores ou gestores de carteiras que utilizam os futuros para se protegerem de variações de preço adversas nos ativos que já detêm ou pretendem comprar/vender no futuro;
- Especuladores: investidores e traders que procuram lucrar com as variações de preço, sem qualquer intenção de entregar ou receber o ativo subjacente.
Futuros dos índices: os contratos mais negociados do mundo
Os futuros dos índices permitem aos investidores especular ou cobrir risco sobre o valor futuro de um índice bolsista, sendo sempre liquidados financeiramente no vencimento, já que a entrega física de um índice não é possível.
Entre estes, os futuros do S&P 500 e do NASDAQ destacam-se pelas suas liquidez e popularidade global.
Futuros do S&P 500
O contrato de referência é o E-mini S&P 500 (ES), do CME Group, lançado em 1997 para tornar o índice acessível a um universo mais amplo de investidores.
Segundo a ficha técnica oficial do CME Group, cada contrato representa 50 dólares por ponto do índice S&P 500, com uma variação mínima de 0,25 pontos (equivalente a 12,50 dólares por contrato).
O contrato é liquidado financeiramente, expira trimestralmente (março, junho, setembro e dezembro) e é negociado praticamente 24 horas por dia na plataforma eletrónica CME Globex.
Para os investidores que procuram uma exposição ainda mais reduzida, existe também o Micro E-mini S&P 500, com um multiplicador de apenas 5 dólares por ponto (um décimo do contrato original), lançado precisamente porque o valor nocional do E-mini se tinha tornado demasiado elevado para muitos traders de retalho.
É este mesmo mercado de futuros que serve de base ao preço do CFD sobre o US500 disponível na XTB: o valor do CFD acompanha o preço dos futuros do S&P 500 subjacentes e não o valor “spot” do índice, pelo que poderá notar pequenas diferenças de preço entre os dois, sobretudo relacionadas com a data de vencimento do contrato de futuros de referência.
Se desejar, poderá aprofundar este tema no nosso artigo sobre como negociar no S&P 500.
Futuros do NASDAQ
O equivalente ao índice tecnológico Nasdaq-100 é o E-mini Nasdaq-100 (NQ), também do CME Group. Cada contrato representa 20 dólares por ponto do índice, com uma variação mínima de 0,25 pontos (5 dólares por contrato), conforme indicado na página oficial de especificações do CME Group.
Tal como o ES, é liquidado financeiramente, tem vencimentos trimestrais e é negociado quase ininterruptamente. Existe igualmente uma versão Micro E-mini, com um multiplicador de apenas 2 dólares por ponto, pensada para investidores com capital mais reduzido.
Os futuros do NASDAQ são particularmente seguidos por traders que acompanham o desempenho das grandes tecnológicas norte-americanas, que frequentemente funcionam como um barómetro do sentimento de mercado antes da abertura de Wall Street.
Pode explorar a gama de CFD sobre índices disponível na XTB para perceber quais são os principais índices internacionais aos quais pode obter exposição através de CFD.
Futuros sobre petróleo: WTI e Brent
No universo das matérias-primas, os futuros sobre petróleo são dos contratos mais negociados a nível global, servindo tanto produtores e refinarias como investidores especulativos.
O contrato de referência nos EUA é o WTI Crude Oil (CL), negociado na CME/NYMEX. Cada contrato equivale a 1000 barris, com uma variação mínima de 0,01 dólares por barril (10 dólares por contrato), sendo fisicamente entregue em Cushing, no Oklahoma, e a negociação encerrada três dias úteis antes do dia 25 do mês anterior ao da entrega, segundo a página oficial do CME Group sobre futuros WTI.
Trata-se do contrato de petróleo mais líquido do mundo, com o CME Group a indicar que são transacionados, em média, mais de um milhão de contratos por dia.
Para investidores com menos capital, existe ainda o contrato Micro WTI (100 barris), cujo volume médio diário cresceu significativamente nos últimos anos, tendo o CME Group anunciado o lançamento de um contrato ainda mais reduzido, de apenas 10 barris, conforme comunicado publicado em 2026.
O outro grande contrato de referência internacional é o Brent Crude, negociado na ICE (Intercontinental Exchange), em Londres. Também representa 1000 barris por contrato, com uma variação mínima de 0,01 dólares por barril, sendo marcado a mercado diariamente e podendo ser liquidado por entrega física via Exchange of Futures for Physical (EFP) ou por liquidação financeira, consoante as condições do contrato.
Enquanto o WTI é a referência para o petróleo produzido e refinado nos EUA, o Brent é a referência internacional, incluindo grande parte do petróleo importado pela Europa.
É importante notar que as previsões sobre os preços futuros do petróleo variam significativamente consoante o analista e devem ser sempre encaradas com cautela.
Por exemplo, entre finais de 2025 e o início de 2026, a Goldman Sachs reviu em alta a sua previsão para o Brent de cerca de 56 dólares para cerca de 90 dólares por barril, citando fatores como a redução da produção no Médio Oriente, enquanto outras instituições, como a Citi, apresentaram um cenário-base próximo dos 91 dólares, com um cenário otimista a apontar para valores muito mais elevados em caso de disrupção grave no fornecimento.
Estas divergências ilustram bem que qualquer previsão de preço é uma estimativa baseada em pressupostos que podem não se concretizar e não um indicador fiável de desempenho futuro. Nem a XTB nem qualquer outra entidade pode garantir que estes cenários venham a verificar-se.
Pode consultar a nossa oferta de CFD sobre matérias-primas e o guia sobre negociação de matérias-primas para perceber como os CFD sobre petróleo se enquadram no contexto mais amplo dos mercados de commodities.
Quais são as principais diferenças entre futuros e CFD?
Depois de perceber como funcionam os contratos de futuros, a pergunta natural é: em que é que estes diferem dos CFD, o instrumento habitualmente utilizado pelos investidores de retalho para obterem exposição a esses mesmos mercados? Pois bem, a tabela seguinte resume as principais diferenças entre ambos:
| Característica | Futuros | CFD |
|---|---|---|
| Estrutura | Contratos padronizados, negociados em bolsa (CME, ICE, Eurex) | Contratos privados, emitidos pelo próprio intermediário financeiro (OTC) |
| Vencimento | Data fixa (é necessário fazer rollover para manter a exposição) | Regra geral, sem data de vencimento fixa |
| Dimensão do contrato | Elevada e padronizada (ex.: 1 ES = 50 USD × índice) | Flexível (permite posições fracionadas e de menor dimensão) |
| Custos | Comissões e taxas da bolsa; margem inicial | Spread e, se a posição for mantida durante a noite, financiamento overnight (swap) |
| Financiamento overnight | Não aplicável (o custo já está refletido no preço do contrato) | Aplicável (débito ou crédito diário, caso a posição fique aberta durante a noite) |
| Alavancagem para clientes de retalho na UE | Definida pela bolsa | Limitada pela ESMA, entre 30:1 e 2:1, consoante o ativo subjacente |
| Compensação (clearing) | Centralizada, através da câmara de compensação da bolsa | Não existe câmara de compensação central |
| Acessibilidade | Exige, normalmente, capital mais elevado e mais experiência | Barreira de entrada mais baixa (popular entre investidores de retalho) |
Há que sublinhar uma nuance importante: vários CFD sobre índices e matérias-primas disponíveis na XTB (como o US500, o petróleo ou o gás natural) têm o preço calculado a partir do respetivo contrato de futuros subjacente e não do valor “spot” do ativo, ou seja, embora esteja a negociar um CFD, está, na prática, exposto ao comportamento do mercado de futuros correspondente.
Consulte o nosso guia sobre o que é negociar CFD para perceber melhor esta relação, assim como o guia completo sobre os ativos negociados via CFD e o termo de comparação entre ações e CFD.
Em termos regulatórios, é essencial conhecer o enquadramento da Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários (European Securities and Markets Authority – ESMA), que, desde 2018, impõe restrições específicas à comercialização de CFD a clientes de retalho na União Europeia (UE), nomeadamente:
- Limites de alavancagem de:
- 30:1 para os principais pares de divisas;
- 2:1 para criptoativos;
- 20:1 nos principais índices bolsistas e no ouro;
- 10:1 nas restantes matérias-primas e índices bolsistas não principais;
- 5:1 em ações individuais;
- A obrigatoriedade de encerramento automático de posições quando a margem da conta atinge 50% da margem de manutenção;
- Proteção contra saldo negativo, garantindo que o cliente nunca perde mais do que o capital investido;
- A proibição de incentivos comerciais associados à negociação de CFD.
Este enquadramento foi transposto para o direito nacional através da decisão da CMVM de agosto de 2019, que regula igualmente a comercialização destes produtos complexos junto do público português.
Tributação de futuros e CFD em Portugal
Do ponto de vista fiscal, os ganhos obtidos através da negociação de CFD por residentes fiscais em Portugal enquadram-se habitualmente nas mais-valias (rendimentos da categoria G) e devem ser declarados no Modelo 3 do IRS. As perdas apuradas podem, em determinadas condições, ser reportadas para os anos seguintes, de modo a compensar ganhos futuros da mesma categoria.
Uma vez que a Autoridade Tributária (AT) pode atualizar anualmente os formulários e os quadros aplicáveis, recomendamos sempre aconselhar-se com um contabilista certificado (CC) ou verificar diretamente as instruções em vigor antes de submeter a declaração.
Preparámos dois recursos que poderão ajudá-lo nesta fase: um guia geral sobre como declarar investimentos no IRS em Portugal e um artigo dedicado à declaração de ganhos e perdas de CFD no IRS. Note-se que esta informação tem caráter meramente informativo e não substitui aconselhamento fiscal profissional.
Como começar a negociar CFD sobre índices e matérias-primas na XTB
Tal como a generalidade dos corretores online direcionados a investidores de retalho, a XTB não disponibiliza a negociação direta de contratos de futuros, mas sim CFD sobre:
- Índices;
- Matérias-primas;
- Ações;
- Forex;
- Outros ativos cujo preço replica, em muitos casos, o comportamento do respetivo mercado de futuros subjacente.
Antes de negociar CFD com capital real, há alguns passos que deve considerar. Procure:
- Compreender o funcionamento da alavancagem: a alavancagem aumenta tanto os ganhos como as perdas potenciais, pelo que é fundamental perceber o impacto de cada nível de alavancagem na sua exposição real;
- Praticar através de uma conta demo: a XTB disponibiliza uma conta de demonstração para negociar com capital virtual, o que permite familiarizar-se com a plataforma e testar estratégias sem colocar capital real em risco;
- Conhecer a plataforma: a plataforma xStation é a ferramenta utilizada para aceder aos mercados. Recomendamos a leitura do nosso guia de configuração básica da xStation antes de começar;
- Perceber a estrutura de custos: spreads, comissões e financiamento overnight variam consoante o instrumento. Consulte o nosso artigo simplificado sobre os custos de uma corretora para saber o que esperar;
- Evitar erros comuns: muitos investidores iniciantes cometem os mesmos erros ao negociar CFD, razão pela qual reunimos os principais percalços no artigo sobre os erros mais comuns dos iniciantes em CFD;
- Nunca investir capital que não possa perder: dado o elevado risco associado à alavancagem, deve apenas alocar a estes instrumentos capital cuja eventual perda não comprometa a sua situação financeira.
Para terminar
Os contratos de futuros e os CFD partilham um objetivo comum (permitir a exposição com alavancagem a mercados como os índices bolsistas ou o petróleo), mas fazem-no através de estruturas muito diferentes:
- Os futuros são instrumentos padronizados, negociados em bolsa, com data de vencimento fixa;
- Os CFD são acordos flexíveis com o intermediário financeiro, sem vencimento definido, mas sujeitos a limites de alavancagem específicos impostos pela ESMA para proteção dos investidores de retalho na UE.
Compreender esta distinção (e, em particular, o facto de vários CFD sobre índices e matérias-primas replicarem o preço do respetivo contrato de futuros) é um passo essencial antes de decidir como quer expor-se a índices como o S&P 500 e o NASDAQ ou ao mercado de petróleo.
FAQ
Um contrato de futuros é um acordo padronizado, negociado em bolsa, que obriga o comprador a adquirir e o vendedor a entregar um determinado ativo subjacente (como um índice bolsista, uma matéria-prima ou uma divisa) a um preço fixo, numa data futura previamente definida. Os termos do contrato, como a quantidade, a qualidade e a data de entrega, são padronizados pela bolsa em que é negociado, como o CME Group ou a ICE.
A principal diferença está na estrutura: os futuros são negociados em bolsas regulamentadas, com contratos padronizados e data de vencimento fixa, enquanto os CFD são acordos entre o investidor e um intermediário financeiro, sem data de vencimento fixa e com dimensões de posição mais flexíveis.
Os futuros do S&P 500 mais negociados são o E-mini S&P 500 (ES), do CME Group, no âmbito do qual cada contrato representa 50 dólares por ponto do índice, com vencimento trimestral (em março, junho, setembro e dezembro) e liquidação financeira, uma vez que não existe entrega física de ações. Há também uma versão reduzida, o Micro E-mini S&P 500, com um multiplicador de apenas 5 dólares por ponto, concebida para tornar o contrato mais acessível a investidores com menor capital.
A XTB não disponibiliza contratos de futuros diretamente aos seus clientes de retalho; disponibiliza, sim, CFD sobre petróleo (como o WTI e o Brent), cujo preço reflete o mercado de futuros subjacente. Isto permite obter uma exposição semelhante à variação de preço do petróleo, com posições de menor dimensão e sem necessidade de gerir datas de vencimento ou entregas físicas.
Tal como qualquer instrumento financeiro alavancado, os contratos de futuros comportam um risco elevado de perdas rápidas, uma vez que pequenas variações de preço no ativo subjacente podem gerar ganhos ou perdas significativas face à margem inicial depositada. São instrumentos utilizados sobretudo por investidores institucionais e traders experientes, para cobertura de risco (hedging) ou especulação.
Day Trading - O que é?
Mercados Bull e Bear: tudo o que precisa de saber
O que são derivados financeiros? CFD, futuros e opções explicados
Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.